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3GPP

THIRD-GENERATION PARTNERSHIP PROTOCOL, projeto global de cooperação com representantes da Europa, Japão, Coréia do Sul e Estados Unidos, visando coordenar a padronização do WCDMA.

A

A/D

Conversão de analógico para digital. Abertura – Extremidade aberta de uma corneta, refletor ou dispositivo semelhante a uma antena.

ACI (Adjacent Channel Interference)

Interferência causada em um canal pelo canal adjacente a ele.

Acoplador Direcional

Elemento passivo de rede que divide o nível de potência do sinal de entrada.

AGC (Automatic Gain Control)

Controle Automático de Ganho. Circuito que mantém a saída de um sinal constante, compensando variações do sinal de entrada.

Alimentador

Componente da antena que concentra o sinal.

Alinhamento

Ajuste ou calibração de um equipamento para otimizar sua performance.

Altimetria

Representação numérica ou gráfica das cotas de pontos de um terreno.

Amplificação

Aumento de magnitude de uma ou mais grandezas de um sinal ao atravessar um dispositivo ou um percurso.

Amplificador

Dispositivo que aumenta a intensidade de um sinal.

Amplificador Extensor de Linha

Dispositivo que amplifica o sinal em uma linha de distribuição.

AMPS (Advanced Mobile Phone System)

Sistema de telefonia celular analógico adotado no Brasil.

Analógico

Sinal elétrico contínuo que transporta informação na forma da variação de grandezas físicas como amplitude ou freqüência.

Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações. Órgão regulador do setor no Brasil.

ANSI

American National Standard Institute (EUA).

Antenna Gain

Ganho de antena.

Atenuação

Diminuição expressa em dB, da potência de um sinal.

Atenuador

Dispositivo que causa atenuação do sinal.

Azimute

Diferença angular medida contra o horizonte.

B

BANDA-A

Freqüências destinadas á telefonia móvel celular.

Rx-824-835 MHz (ERB), Tx-859-880 MHz

Operadora concorrente da banda B.

BANDA–B

Freqüências destinadas á telefonia móvel celular.

Rx – 835-849 MHz (ERB), Tx – 880-894 MHz

Operadora concorrente da banda A.

BANDA LARGA

Caracterização de dispositivos que mantém seus parâmetros aproximadamente constantes em uma extensa gama de freqüências.

BANDWIDTH

Largura de banda, caracterizada pelos limites máximo e mínimo ou pela diferença entre eles; um grupo contínuo de freqüências.

BAUD RATE

Medida de velocidade de transmissão de dados.

BEAM

Feixe de ondas irradiadas.

BER (BIT ERROR RATE)

Índice que mede a quantidade de erros (e, portanto a qualidade) de um sinal digital.

BIDIRECIONAL

Rede que permite o tráfego de sinais, simultaneamente nos dois sentidos.

C

C/N (CARRIER TO NOISE)

Relação portadora/ ruída. Valor que mede a qualidade de um sinal.

CABLE LOSS

Redução no nível do sinal durante sua passagem por um cabo. Valor expresso em dB.

CABO COAXIAL

Cabo para conduzir sinais de isolamentos do ambiente (blindado), compostos de um condutor interno, um isolante/ dielétrico a sua volta e um condutor externo que pode ser de malha trançada ou cobre corrugado, a cobertura externa é de material plástico isolante.

CANAL

Banda de freqüências que carrega alguma forma de informação.

CANAL ADJACENTE

Canal imediatamente anterior ou posterior.

CAPACIDADE DE CANAIS

O número máximo de canais que um sistema pode distribuir.

CARRIER

Portadora.

CCC (CENTRAL DE COMUTAÇÃO E CONTROLE)

Central que controla as estações rádio-base dos telefones celulares.

CDMA (CODE DIVISION MULTLIPE ACCESS)

Um dos padrões para telefonia celular digital. Vários telefones celulares transmitem ao mesmo tempo na mesma freqüência e seus sinais são separados por códigos.

CDMA 2000

padrão 3-G para evolução de redes cdmaOne/IS-95. Existe nas versões 1XRTT (até de 144 a 307 Kbps) e 3XRTT (2 Mbps).

CELLSITE

Termo técnico usado no meio da telefonia celular para definir uma estação rádio-base “ERB”.

CÉLULA

Área de abrangência de uma ERB em telefonia celular.

COMPRESSÃO DIGITAL

Técnica de compressão de sinais digitais em que se agrupam bits iguais ou redundantes, reduzindo-se a largura de banda necessária para a transmissão da informação.

COMPRIMENTO DA ONDA

Distância percorrida em um ciclo pela frente de onda, calculado através da divisão da velocidade de propagação da onda por sua freqüência.

COMUTAÇÃO

Em telefonia, a ligação temporária entre dois terminais feita através de circuitos físicos ou virtuais que se desconectam após a conversação, liberando a linha.

CONVERGÊNCIA

Tendência tecnológica e de mercado de integração de diversos serviços, incluídos transporte de vídeo, dados e telefonia.

CDPD (CELULAR DIGITAL PACKET DATA)

Protocolo de pacotes de dados utilizado no padrão TDMA.

CPR

Cross Polar Ratio.

CROSSTALK

Ver Diafonia.

CSD (CIRCUIT SWITCHED DATA)

Tecnologia baseada em linha discada.

D

D/A

Conversão de digital para analógico.

dB

Unidade logarítmica padrão utilizada para quantificar ganhos e perdas de potência em dispositivos de entrada e de saída.

dBi

Medida em dB relativa a uma fonte isotrópica (ex.: antena).

dBm

Expressão do ganho ou perda em decíbeis da potência de um equipamento.

DC (DIRECIONAL COUPLER)

Acoplador Direcional.

DEMODULAÇÃO

Recuperação de um sinal original transportado em uma onda modulada.

DIAFONIA

Interferência entre linhas ou canais adjacentes que podem causar o efeito de linhas cruzadas.

DIELÉTRICO

Meio não metálico e não condutor de eletricidade.

DIGITALIZAÇÃO

Transformação de uma informação analógica, imagem, som, vídeo ou outra, em uma seqüência de códigos binários.

DIRECTIONAL COUPLER

Acoplador Direcional.

DIVISOR

Dispositivo híbrido composto de bobinas com a finalidade de dividir a potência mantendo a Impedância constante (50ohms).

DOWNLINK

Descida do sinal de uma ERB.

DOWNTILT

Inclinação do feixe de irradiação horizontal para baixo.

DRIVER

Dipólo alimentador de uma antena.

DRIVE TEST

Teste prático de intensidade de campo.

DUPLEX

Termo usado para definir transmissões simultâneas entre duas estações.

E

EDGE (ENHACED DATA RATES FOR GLOBAL EVOLUTION)

Padrão 3G de 384 Kbps para evolução de redes GSM e TDMA.

EIA

Eletronic Industries Association (EUA).

EIRP (EFFECTIVE ISOTROPIC RADIATED POWER

Potência irradiada de um sistema de transmissão por radiofreqüência.

ERB

Ver estação Radio-Base.

ESPALHAMENTO

Propagação de uma onda para várias direções.

ESTAÇÃO RÁDIO-BASE

Em telefonia celular, é a estação onde se encontram as antenas, os transmissores e receptores e a interface com a central de comutação. É o núcleo de uma célula.

ETSI

European Telecomunications Standards Institute.

F

FAIXA DE FREQÜÊNCIAS

Ver Banda.

FCC (FEDERAL COMMUNICATIONS COMMISSION)

Órgão governamental fiscalizador e regulador das normas de telecomunicações nos EUA.

FDM (FREQUENCY DIVISION MULTIPLEXING)

Sistemas de multiplexação por divisão de freqüência, que usa uma freqüência diferente para cada subportadora de canal a ser transmitido por um único meio.

FI (FREQÜÊNCIA INTERMEDIÁRIA)

Freqüência-padrão utilizada por todos os equipamentos de processamento de sinal de alta qualidade, incluindo os aparelhos de TV.

FREQÜÊNCIA

Número de ciclos em um segundo. Expresso em Hz (Hertz).

G

GANHO

Número adimensional que representa a relação entre a potência de saída e a potência de entrada de um sinal (expresso em dB).

GPRS (GENERAL PACKET RADIO SERVICE)

Tecnologia de pacotes com velocidade de 115 Kbps.

GSM (GLOBAL SYSTEM FOR MOBILE COMMUNICATIONS)

Padrão 2G usado em freqüências de 900 MHz e 1800MHz na Europa, Ásia e Austrália, e em freqüência de América do Norte e América do Norte e América Latina.

GUIA DE ONDAS

Estrutura condutora ou dielétrica capaz de suportar e propagar um ou mais padrões de campos eletromagnéticos.

H

HDR

Tecnologia da 3G da Qualcomm para transferência de dados, em duas versões: 1XHDR(2,4 Mbps em canal de 1,25 Mhz) e 3XHDR (7 Mbps em canal de 5MHz, ainda em desenvolvimento).

HF (HIGH FREQUENCY)

Freqüência Alta. Faixa compreendida entre 3MHz e 30MHz.

HORIZONTAL PATTERN

Diagrama de irradiação horizontal.

Hz (HERTZ)

Unidade de medida de freqüência. Corresponde a um ciclo por segundo.

I

IN (INTERMODULATION NOISE)

Ruído causado pela intermodulação.

IMPEDÂNCIA DA ANTENA

Valor ôhmico no ponto de alimentação, que pode conter também componente reativo (indicada freqüência de ressonância diferente do sinal recebido).

IM

Intermodulação.

IMT-2000

Internacional Mobile Telecomunications, termo usado pela UIT para designar a telefonia de terceira geração.

INTENSIDADE DE CAMPO

Intensidade da onda eletromagnética medida a uma distância do sistema irradiante.

INTERFACE

Forma pela qual dois sistemas interagem ou um sistema interage com o usuário. Dispositivo que permite esta interação.

ISO

International Standardization Organization.

J

JUMPER

Pequeno lance de cabo coaxial conectorizado nas duas pontas, usado para a conexão de equipamentos e antenas na ERB.

K

Kbps

Kilobits por segundo. Medida de velocidade de transferência de dados. Equivale a mil bps.

L

LINK

Usa-se, em geral para designar uma ligação de sinal entre dois pontos.

LOBE

Lóbulo de irradiação de uma antena.

LOG PERIÓDICA

Tipo de antena direcional de banda larga.

LOSS

Ver Perda.

M

MAIN LOBE

Lódulo principal.

MBPS

Megabits por segundo. Medida de velocidade de transferência de dados. Equivale a um milhão de bps.

MEIA POTÊNCIA

Pontos nos quais a potência máxima cai á metade (3dBd), definindo a abertura do ângulo de irradiação.

MICROONDAS

Ondas que estão em faixas de freqüências muito altas, acima de 1 GHz.

MODULAÇÃO

Impressão de informações - sinal - em uma onda eletromagnética portadora pela variação de algumas características dessa onda.

MODULAÇÃO DIGITAL

Tipo de modulação em que a portadora sofre variações não contínuas e discretas e o sinal modulante é digital.

N

NF (NOISE FIGURE)

Figura de ruído. Expressão, em dB, do ruído de um equipamento.

P

PAGER

Aparelho receptor de mensagens transmitidas por radiofreqüência.

PAGING

Sistema de rádio-chamada.

PASSIVOS

Todos os equipamentos eletrônicos de uma rede, exceto amplificadores e fontes. Não recebem alimentação.

PCM (PULSE CODE MODULATION)

Conversão de voz em sinais digitais.

PCS (PERSONAL COMMUNICATIONS SYSTEMS)

Sistema de telefonia sem fio digital semelhante ao celular que pode usar a rede de TV a cabo como base para células e para transmissão do sinal.

PDC

PACIFIC DATA COMMUNICATIONS.

PERDA

Diminuição não intencional de potência em um dispositivo ou sistema de transmissão. Medida em dB.

POLARIZAÇÃO

Característica de propagação de ondas eletromagnéticas podendo esta ser vertical, horizontal, circular ou cruzada (+45% / -45º).

PORTADORA

Radiofreqüência cuja modulação contém a informação- sinal

.

PRÉ-AMPLIFICADOR DE ANTENA

Pequeno amplificador colocado em uma antena receptora ou próximo a ela que reforça os sinais muito fracos, também chamado de TMA (TOP MOUNTED AMPLIFIER).

PROTOCOLO

Conjunto de regras que determinam um método de comunicação de dados.

Q

QUADRIPÓLO

Dispositivo simples de entrada e saída.

R

RECEIVER

Ver receptor.

RELAÇÃO FRENTE/COSTAS

Proporção entre a potência irradiada para frente e para trás de uma antena direcional.

RF

Radiofreqüência.

ROAMING

Utilização de aparelho em área de prestação de serviços que não é aquela de origem do aparelho.

RUÍDO

Distúrbios não desejados introduzidos em um sinal, que tendem a mascarar a informação contida.

S

SIMPLEX

Termo técnico utilizado para definir uma transmissão unilateral, ou seja, não há simultaneidade de comunicação entre as estações. Um transmite enquanto o outro recebe.

SINTONIA

Ajuste do receptor para captação de freqüência ou canal.

SITE

Local onde se situa uma torre de transmissão.

SITE SEARCH

Simulação teórica de áreas de cobertura num sistema celular.

SHELTER

Abrigo especial onde ficam instalados os transmissores e afins dentro de um Cell Site, geralmente é um container metálico desenvolvido para esta finalidade.

SPLITTER

Ver Divisor.

T

TDMA (TIME DIVISION MULTIPLE ACCESS)

Acesso múltiplo por divisão de tempo, utilizado na telefonia celular digital.

TRACKING

Rastreamento. Na recepção e transmissão via satélite, focalização e o acompanhamento do satélite pelo movimento da antena.

TRUNKING

Serviço de telecomunicações corporativo semelhante ao celular, mas com limitações de acesso á rede pública.

U

UMTS (UNIVERSAL MOBILE TELECOMMUNICATIONS SYSTEM

Denominação estabelecida pela ETSI para o padrão 3G na Europa.

UP-LINK

Subida do sinal para a antena na ERB.

V

VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO

Velocidade na qual uma onda eletromagnética se propaga.

VERTICAL PATTERN

Diagrama de irradiação vertical.

VISADA

Situação na qual o dispositivo receptor enxerga, sem obstáculos, o transmissor e vice-versa.

VSWR (VOLTAGE STANDING WAVE RATIO)

Termo técnico utilizado para definir a relação de onda estacionária que vem a ser a relação entre a potência emitida e a potência refletida.

W

WCDMA (WIDEBAND CODE DIVISION MULTIPLE ACCESS)

Tecnologia 3G. Tecnologia de rádio comunicação digital em banda larga com velocidade de 2Mbps.

WIDEBAND

Classificação para largura de banda referente ao intervalo de 64Kbps a 2Mbps.

WLL (WIRELESS LOCAL LOOP)

Sistema de telefonia fixa “Wireless” (sem fio).

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